sexta-feira, 20 de junho de 2008

Agora eu vou de Kalluh...


Nada mais gratificante para um autor do que ter seu texto dirigido por um grande diretor. Já tive esta sorte com Inês Peixoto, Carlos Gradim, Freddy Mozart e Anselmo Vasconcelos. Existe em Belo Horizonte, ou melhor, no mundo, um cara sensacional chamado kalluh Araújo. Além de premiado, consagrado, requisitado e elogiado, ele fez parte da minha formação enquanto profissional, afinal, nunca deixei de assistir nada do cara... Entre suas obras, destacam, Dorotéia, Dona Flor e seus Dois Maridos, Os Dragões não conhecem o Paraíso, Decameron, Fantasmas Monstros e Assombrações, Anatmoia Humana, Perdoa-me por me traíres, Sambalele, Alzira Power, entre outras. Ontem, recebi o telefonema mágico. Aquelas coincidências da vida. Amauri Reis, meu ator preferido, estava aqui em casa e havíamos acabado de falar do Kalluh, quando o seu celular tocou. Era o próprio, e o melhor, procurando por mim. Queria saber os números dos meus contatos. Foi muito engraçado, Amauri me passou o telefone na hora e conversamos rápido, por um minuto. Tempo suficiente para que o meu coração disparasse e viesse a notícia boa. Ele começou os ensaios referentes ao meu drama cômico chamado 2 DE NOVEMBRO. A escalação eu vou deixar um tempo no suspense, mas posso garantir que é de qualidade, como tudo que ele faz. Hoje, 16 horas, terei reunião com ele, o produtor e elenco. Eles querem saber alguns detalhes da dramaturgia e eu darei uma mini-palestra para eles. Minha expectativa de uma excelente montagem começou naquele instante, porque tudo que Kalluh toca vira ouro. Sua sensibilidade, seu jeito, seu cuidado, seu carisma e toda sua genialidade impera nos seus compromissos. É um sonho realizado e eu não teria como não gritar para o mundo. Viva Dionísio e merda prá todos nós!

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